Adotar IA sem governança é como conduzir sem travões. Este guia mostra como estruturar a governança de IA numa empresa em Portugal, de forma proporcional. A dgm ajuda a montar e a implementar, na plataforma osFoundry. (Conteúdo informativo; não constitui aconselhamento jurídico.)

O que é a governança de IA

É o conjunto de regras, papéis e processos que garantem um uso de IA conforme e responsável. Não é burocracia por burocracia — é o que evita coimas (veja as sanções do EU AI Act) e protege a empresa.

Os blocos essenciais

  1. Inventário de usos — incluindo ferramentas que as equipas já usam por conta própria.
  2. Classificação de risco — segundo o EU AI Act (proibido, alto, transparência, mínimo).
  3. Políticas de uso — o que é permitido, com que dados. Veja como criar uma política de uso de IA.
  4. Gestão de dados — base legal, minimização, residência na UE (RGPD).
  5. Supervisão humana e registo — sobretudo em decisões automatizadas.
  6. Literacia em IA — formação de quem opera (já obrigatória).

Proporcional à empresa

Uma PME não precisa do mesmo aparato que um banco. A governança deve ser proporcional ao risco e à dimensão — simples onde pode ser, robusta onde tem de ser. Veja conformidade de IA para empresas e gestão de riscos de IA para PME.

Onde entra a dgm

A dgm é um parceiro de integração independente (o osFoundry é um produto da OS LLC). Ajudamos a fazer o inventário, classificar o risco e estruturar políticas e supervisão, implementando na plataforma osFoundry. Veja consultoria de governança de IA.

A dgm ainda não integrou nenhuma empresa — preferimos dizê-lo do que inventar casos. Para estruturar a sua governança, agende uma conversa com a dgm. Conteúdo informativo; confirme as obrigações com um advogado.