Os hospitais portugueses — do SNS aos privados — enfrentam pressão de recursos e de tempo. A IA ajuda nas tarefas certas, com cuidado nos dados de saúde. Este guia mostra onde, e como a dgm implementa na plataforma osFoundry. (Conteúdo informativo; não constitui aconselhamento jurídico nem clínico.)
O enquadramento: ERS, RGPD e MDR
A atividade hospitalar é regulada pela ERS (ers.pt), os dados de saúde são categoria especial sob o RGPD (Art. 9.º), e software com finalidade médica pode cair no MDR (dispositivos médicos) e em alto risco no EU AI Act. Veja IA na saúde: MDR e dispositivo médico.
Casos de uso com retorno (administrativos e de apoio)
- Agendamento e gestão de listas — redução de faltas e otimização.
- Documentação clínica — transcrição e estruturação (com cuidado RGPD).
- Codificação e faturação — apoio e verificação.
- Logística e stock — previsão e otimização.
- Assistentes internos — pesquisa em procedimentos e normas.
Estes casos não tocam a decisão clínica, que permanece humana.
A regra de ouro: dados de saúde sob controlo
Em ambiente hospitalar, a arquitetura é tudo. A dgm desenha soluções que minimizam o que a IA vê, com processamento local ou fornecedor com dados na UE e contrato de subcontratação. Veja IA e dados sensíveis e como garantir dados na UE.
Onde entra a dgm
A dgm é um parceiro de integração independente (o osFoundry é um produto da OS LLC). Implementamos IA hospitalar com minimização e residência de dados, na plataforma osFoundry. Veja consultoria de IA para a saúde.
A dgm ainda não integrou nenhuma empresa — preferimos dizê-lo do que inventar casos. Para discutir o seu hospital, agende uma conversa com a dgm. Conteúdo informativo; confirme as obrigações junto da ERS, da CNPD e do INFARMED.