O PRR canalizou fundos europeus para a digitalização das empresas portuguesas — e ainda há janelas em 2026. Este guia explica o que o PRR oferece à transição digital e como usá-lo bem. A dgm ajuda a implementar, na plataforma osFoundry. (Conteúdo informativo; não constitui aconselhamento jurídico ou fiscal.)

O que é o PRR

O Plano de Recuperação e Resiliência é financiado pela UE (NextGenerationEU) e tem execução até 2026 (Recuperar Portugal). Estrutura-se em resiliência, transição climática e transição digital — é esta última que interessa às empresas que querem adotar tecnologia, incluindo IA aplicada.

A componente “Empresas 4.0” (C16)

A C16 reforça a digitalização do tecido empresarial, gerida sobretudo pelo IAPMEI. Inclui medidas como:

  • Vale Coaching 4.010.000 € por PME para serviços de transição digital de catálogo (aviso 22/C16-i02/2025 já encerrado; podem surgir novos). Veja o Vale Coaching 4.0.
  • Catálogo de Serviços de Transição Digital — serviços de entidades acreditadas.

PRR é adoção, não I&D

Ponto importante: o foco do PRR é adoção e capacitação digital — não I&D. Se o seu projeto envolve desenvolver algo novo com incerteza tecnológica, o SIFIDE é mais adequado. Veja a comparação SIFIDE vs PRR.

O que vem depois de 2026

Com o fim do PRR, preparam-se instrumentos pós-PRR (incluindo um “fundo de fundos” do Banco Português de Fomento). Confirme o estado atual e os avisos abertos em recuperarportugal.gov.pt.

Onde entra a dgm

A dgm ajuda a usar bem o apoio — escopo, fornecedores de catálogo, implementação — na plataforma osFoundry. Veja o guia de incentivos para PME.

A dgm ainda não integrou nenhuma empresa — preferimos dizê-lo do que inventar casos. Para aproveitar a transição digital, agende uma conversa com a dgm. Conteúdo informativo; confirme avisos e elegibilidade em fontes oficiais.