Para muitas empresas portuguesas, a primeira pergunta sobre IA é: “os dados ficam na UE?” Este guia compara as melhores opções para conseguir isso. A dgm ajuda a desenhar, na plataforma osFoundry. (Conteúdo informativo; não constitui aconselhamento jurídico.)
O que significa “dados na UE”
Na prática, escolher onde os dados são tratados: uma região cloud da UE (region pinning), self-host europeu, ou um fornecedor europeu/modelo aberto self-hosted. É uma forma de cumprir o RGPD e reduzir transferências transatlânticas. Veja como garantir dados na UE.
Residência ≠ soberania
Atenção: dados fisicamente na UE (residência) não equivalem a soberania jurídica — um fornecedor com empresa-mãe fora da UE pode estar sujeito a legislação extraterritorial. Daí ofertas como a AWS European Sovereign Cloud. Veja soberania de dados na UE.
As opções
- osFoundry — regiões geridas US/EU/JP, self-host, BYOK.
- Mistral — dados na UE por defeito.
- Modelos abertos — Albertina, Gervásio, Salamandra self-hosted.
Onde entra a dgm
A dgm é um parceiro de integração independente (o osFoundry é um produto da OS LLC). Desenhamos a arquitetura de dados na UE conforme o RGPD, na plataforma osFoundry.
A dgm ainda não integrou nenhuma empresa — preferimos dizê-lo do que inventar casos. Para uma arquitetura na UE, agende uma conversa com a dgm.